
25 de fevereiro de 2009
Ervas

24 de fevereiro de 2009
AMÉMdoim

Crepe Nutella

Penne Fogoso
Enquanto arrumava meu cabelo pelas mãos de Fátima, minha poderosa cabeleireira, folheava uma "Claudia" de março de 2007.
Que dizia: Compreensão e solidariedade são ótimos para o amor e desastrosos para o desejo...
ALGUNS de nós entram numa ligação íntima profundamente conscientes de:
Nossa necessidade de união,
De estar junto,
De não estar só,
De não ser abandonado.
Outros chegam à relação com uma grande necessidade de espaço pessoal - nossa noção de defesa nos leva a tomar cuidado para não nos deixar engolir.
A ligação erótica e emocional cria uma proximidade que pode ser pertubadora, quase claustrofóbica.
Pode dar a sensação de invasão. O cercado, que antes dava segurança,agota asfixia. Embora seja quase tão fundamental quanto ade alimento, nossa necessidade de intimidade acarreta ansiedades e ameaças que podem inibir o desejo. Queremos intimidade, mas não a ponto de nos sentirmos presos. (...)
O AMOR gosta de saber tudo sobre você; o desejo precisa de mistério. O amor gosta de encurtar a distância que existe entre você e eu, enquanto o desejo é energizado por ela.
Se a intimidade cresce com a familiaridade, o erotismo se embota com a repetição. O erotismo gosta de surpresa. O amor tem a ver com ter; desejo, com querer. O desejo exige uma inatingibilidade constante. Muitas vezes, quando se acomodam nos confortos do amor, os casais deixam de abanar a chama do desejo. Esquecem-se de que o fogo precisa de oxigênio.
Sexo no cativeiro - Esther Perel
16 de fevereiro de 2009
CARNEval

Hoje, agora mesmo, estou relutando contra a dita cuja, logo eu que não sou nada adepta desse sentimento, se é que podemos chamar assim. Mas, como ninguém está livre de nada...
Que bom que é carnaval, assim posso falar dos personagens que deixam cair às máscaras sem parecer colocar carapuça nas pessoas. Antes, atitudes, gestos, palavras e até mesmo indumentárias... Me pareciam diversão, desafio, motivo para risada, hoje já não tolero gente abusada, falsa, mentirosa e dissimulada.
Não tem máscara que segure, e como ninguém sabe qual é a face verdadeira, se é a máscara, ou o mascarado, que deixem vir o CARNAVAL, esta oportunidade praticamente obrigatória de ser feliz com data marcada.



