16 de julho de 2008

Gostosuras de Amor





Aproveite o intervalo da novela e faça uma surpresa para seu amor: doces rápidos, com sabores diferentes, para agradar todo mundo em apenas 3 minutos
Bolo de Laranja
1 ovo pequeno 3 colheres (sopa) de óleo
4 colheres (sopa) rasas de açúcar
4 colheres (sopa) de suco de laranja
5 colheres (sopa) rasas de farinha de trigo
1 colher (café) de fermento em pó
Cobertura:
2 colheres (sopa) açúcar de confeiteiro
3 colheres (chá) de suco de laranja Coloque o ovo na caneca e bata com o garfo. Adicione o óleo, o açúcar e o suco de laranja e misture. Agregue a farinha, o fermento e misture até uniformizar. Leve por três minutos ao microondas em potência máxima. Cobertura: Junte tudo e cubra o bolo.






Bolo de Leite de Coco
1 ovo pequeno
2 colheres (sopa) de leite de coco
2 colheres (sopa) de leite
3 colheres (sopa) de óleo
4 colheres (sopa) rasas de açúcar
5 colheres (sopa) rasas de farinha de trigo
1 colher (sopa) rasa de coco ralado
1 colher (café) de fermento em pó
Cobertura: 2 colheres (sopa) de açúcar de confeiteiro
3 colheres (chá) de leite de coco Coco ralado a gosto Despeje o ovo inteiro na caneca e bata. Em seguida, junte o óleo, o açúcar, o leite de coco e misture bem. Acrescente a farinha, o fermento e mexa até a massa ficar uniforme. Leve por três minutos ao microondas na potência máxima. Cobertura: Misture e cubra o bolo. Polvilhe coco ralado.

Caneca ideal Separe uma com capacidade de 300 ml. Se for menor do que isso, você corre o risco de ver os ingredientes vazarem do recipiente. Outro ponto importante: o material deve ser apropriado para uso em microondas. Cuidado com os plásticos, pois eles podem derreter, e com os metais, porque o eletrodoméstico corre o risco de pegar fogo.
Unte bem Depois de preparar a receita, passe manteiga e polvilhe farinha em outra caneca e despeje a massa. Assim, o doce não gruda e não quebra ao desenformar.
Autor: Natália Chagas .
natalia.chagas@abril.com.br

9 de junho de 2008

AMOR


Escolher uma imagem que melhor retrate o dia dos namorados não é das tarefas mais fáceis. Pensei em algo vermelho, bonito. Mas quem falou que o amor só pode ser pensado assim? Champagne, morangos, chantilly, vinhos, café, corpos... Comida não falta. Ah! Lembrei também de cuscuz, mortadela, inhame, macaxeira, linguiça, leite condensado... Por aí vai.


Ops! Sapatos, obrigada Rejane. Uma excelente imagem, afinal são eles que acabam nos levando para perto do nosso amor, né?


Enquanto nada sai, gostaria de ouvir histórias de amor das minhas leitoras. Não precisa citar nomes; só falar do sentimento, da paz, do sorriso sem motivo. Pode até enviar a foto de uma comida e o texto breve para: criso.leide@gmail.com.


Terei o maior prazer em publicar o assunto que mais gosto de sentir. AMOR


Aguardo notícias

7 de junho de 2008

essa é BROA



Uma delicada forma de calor - Zeca Baleiro


Eu me lembro de voce ter falado alguma coisa sobre mim
e logo hoje tudo isso vem a toa
e me parece cair como uma luva
agora no dia em que eu choro
eu to chovendo muito mais do que lá fora
lá fora é só agua caindo
enquanto aqui dentro, cai a chuva
Enquanto ao que voce me disse
eu me lembro sorrindo vendo voce tão séria
tantar me enquadrar se sou isso ou se eu sou aquilo
e acabará indignada me achando totalmente impossível
e talvez seja apenas isso...
chovendo por dentro, impossível por fora
Eu me lembro de voce descontrolada tentando se explicar
como é que a gente pode ser tanta coisa indefinivel,
tanta coisa diferente
sem saber que a beleza de tudo é a certeza de nada
e que o talvez torne a vida um pouco mais atraente
E talvez a chuva, o cinza, o medo, a vida
sejam como eu
ou talvez porque voce esteja
derrepente assistindo muita televisão
e como um deus que não se ve-se nunca
como um deus que não se ve-se nunca
seu olhar não cosengue perceber
como uma chuva,
uma tristeza pode ser uma beleza
e o frio uma delicada forma de calor

sOPA de feijão



Meu fraco.
Só pra deixar registrado o papo delicioso e a presença gostosa de um velho amigo que eu amo de montão. Ontem a noite no parraxaxá, chuva pra afogar Recife e frio de 20°, ou melhor, uma delicada forma de calor.
A VIDA É curta. Curta!

30 de maio de 2008

criSOLeide



Um astro tão poderoso, que até na hora de escolher a foto eu fiquei completamente na dúvida. Escolhi essa porque mostra o céu, e como ninguém reina sozinho, nada mais justo do que mostrá-lo também.
Eu chamo de grandes decisões, tudo que quebra um hábito e destrói a zona de conforto; as quais algumas vezes são tomadas por nós mesmos, noutras são tomadas por circunstâncias ou pessoas.

Decidir: Mudar de emprego; mudar de cidade, de país; ter um filho; ser empresário; fazer uma plástica; uma cirurgia de coração... Seja lá qual for a mudança que você precise fazer na sua vida, ela trará a curto prazo alguma tristeza, uma angústia , insegurança, medo e até arrependimento.

Um animal irracional nasce e em poucos dias começa a andar, tempos depois segue sozinho o seu caminho. Nós, levamos um ano para andar e muitos outros para caminhar por conta própria, seguindo os próprios sonhos, que muitas vezes ficam estagnados por conta da família, do namorado, do marido, dos pais e principalmente pelo MEDO DE FRACASSAR.

O fracasso não existe. Tentamos fazer coisas diferentes e algumas vezes precisamos mudar o jeito de fazer, o que não significa que houve fracasso.

Meu conselho é que provoquem a mudança, a vida só é essa, mas analise todas as possibilidades, estude o terreno e se prepare para guerrilhar e saborear o prazer inexplicável da realização de um sonho. É lindo!

Mudei completamente a forma de enxergar o mundo, foi tudo ampliado e hoje consigo entender que toda escolha tem um preço, cabe a você pagar pra ver.

Um beijo enorme

20 de abril de 2008

Se fosse pra ficar na sombra, eu teria ficado em casa!



Texto de Rosana Braga ::
Há alguns meses, estive na praia de Ipanema, na linda Rio de Janeiro. Verão intenso, muita gente se divertindo e, sentados na areia, um pouco adiante de mim, três pessoas conversavam animadamente.
Uma delas era um rapaz que, por conta de um detalhe, destoava da grande maioria ao redor: embora fosse por volta do meio dia e o calor estivesse escaldante, ele não estava se protegendo do sol.
A certa altura, aproximou-se o moço que alugava esse tipo de acessório e ofereceu:- Você quer que eu lhe traga um guarda-sol?!? E ele, muito à vontade na situação em que estava, respondeu quase que indignadamente:- Meu caro, se fosse pra ficar na sombra, eu teria ficado em casa!
Num primeiro momento, tanto o tom da voz dele quanto a convicção de sua decisão em permanecer sob o sol soaram quase como uma piada para mim. Mas agora, depois de passado todo esse tempo, comecei a me dar conta de quantos diferentes significados aquela frase foi ganhando.
Passei a, repetidas vezes, não só me lembrar, como também a criar metáforas para a tal assertiva. “Ficar na sombra” é, na linguagem da psicologia, manter-se na inconsciência; é como aquela parte do iceberg que fica debaixo d’água, invisível aos navios, podendo provocar graves acidentes.“Ficar na sombra” também quer dizer não se expor, não enfrentar determinada condição como ela é. E, no caso de lançar mão de um acessório para se proteger ou se esconder, é ainda uma estratégia para não ter de lidar com algo que pode estar incomodando, ainda mais se sua intensidade for grande.
Claro que, no caso real, é indiscutível que uso de protetor solar e do guarda-sol são extremamente indicados e benéficos à saúde; mas meu intuito não é julgar a escolha do rapaz e sim refletir sobre o impacto que a afirmação tão convicta dele me causou. Fez com que eu pensasse quantas vezes a gente prefere ficar mergulhado na sombra a sair de casa e ir à luta, ou “dar a cara à tapa” como diz o ditado popular.Quantas vezes preferimos uma falsa segurança - ainda que escura e nebulosa - ao risco, à possibilidade de tentar. E - pior! - quantas vezes saímos de casa e, ao sentirmos o calor do sol, ou seja, a chance de viver plena e intensamente uma oportunidade que a vida nos apresenta, corremos em busca de uma sombra, assustados, inseguros.
Preferimos nos omitir a expressar o que pensamos, o que sentimos, o que queremos. E assim, de sombra em sombra, tentando nos esquivar da condição real, vamos perdendo chances incríveis de realizar um sonho, de ocupar um cargo há tempos desejado, de experimentar um amor, de desbravar o desconhecido e, enfim, de nos transformar numa pessoa melhor...Talvez esteja aí a resposta para tantas atrocidades sendo cometidas, para tamanho mal-estar que tem rondado o planeta de um modo geral: muita sombra imposta sobre lugares, pessoas e situações onde poderia estar brilhando o sol.
Muita escuridão onde poderia estar inundado de luz. Muita inconsciência onde bastaria um pouco mais de coragem, um pouco mais de disponibilidade ou simplesmente o exercício de nossa verdadeira humanidade.
Portanto, a conclusão a que chego quando me lembro daquela intrigante frase do rapaz da praia de Ipanema - “Se fosse pra ficar na sombra, eu teria ficado em casa!” - é a seguinte: que fechemos nossos guarda-sóis, que paremos de inventar tanta sombra para nos proteger ou nos esconder do que está aí para ser vivido... e que sejamos, deste modo, bem mais audaciosos quando o convite for para a vida, para o bem e para o amor!

Cuidando da Relação



Acho que podemos concordar com a idéia de que todas as relações humanas inspiram cuidados. Desde que tenhamos bem claro o que significam estes cuidados.

O amor, assim como todas as relações, não vem pronto, muito menos acompanhado de uma bula ou de um relatório de como se relacionar com um outro ser. Cada um de nós tem a sua individualidade, recebeu uma criação diferente, viveu histórias próprias e reage às situações da vida de modo completamente distinto.
Assim, quando duas ou mais pessoas se unem numa família, numa relação de amor e até mesmo de trabalho, surgem os conflitos de interesses, formas de pensar e idéias peculiares em relação à vida.
Cada ser humano é um mundo diverso. Você já deve conhecer histórias de filhos de uma mesma mãe e pai que são criaturas totalmente diferentes. As famílias grandes comprovam essa teoria. E não são poucas as histórias que ouço de pessoas que se dizem preteridas em relação ao amor que a mãe ou o pai dispensava para um outro irmão.
Quando recebo alguém muito infeliz com suas relações, sempre pergunto se a pessoa está pronta para trazer a responsabilidade do desafeto para uma visão mais espiritual. Sim, porque essa não é uma questão fácil para se ver.
Todos queremos o amor que flui do coração com harmonia, as conversas que acontecem sem um duplo sentido de interpretação ou de visão, um carinho que de fato aconchega. Esse é o ideal de um amor. Algo leve, suave e tranqüilo, mas na realidade poucas são as relações que geram esse tipo de energia.
Na maioria das vezes, as histórias são tensas, as pessoas ficam procurando as palavras que exprimam o que sentem ou em alguns casos se escondem para não mostrar fragilidade numa couraça, revelando que pouco se importam com aquilo que estão recebendo do parceiro.
Por isso, afirmo que não é fácil olhar para a nossa vida e para nossas relações de mente e coração aberto. Temos medo de nos ferir ainda mais com as respostas que por ventura venhamos encontrar. Ao mesmo tempo queremos demais uma solução para a dor.
Sempre pergunto aos meus clientes: O que veio primeiro o ovo ou a galinha???Sim, o que veio primeiro, você com sua forma de ser e de agir, como um espírito com suas tendências e necessidades de aprendizado ou uma família ou ainda relações que trazem dificuldades???
Somos nós que criamos o mundo à nossa volta ou esse mundo é um espelho daquilo que trazemos dentro de nós e de alguma forma manifestamos?
Se colocar na situação de vítima em pleno 2008 não tem muito cabimento. Nossa humanidade já evoluiu bastante para ver que temos uma ação em tudo o que nos acontece. As crianças pequenas aprendem na escola que se jogamos o lixo na rua, os bueiros ficarão entupidos, o lixo se espalhará nos recantos e nós ficaremos no meio da sujeira.
Por que não transferimos essa compreensão para nossa intimidade? Por que nas nossas relações não agimos cuidando das pessoas e de nós mesmos de forma amorosa compreendendo os limites das pessoas? Por que exigimos dos outros aquilo que muitas vezes as pessoas não podem nos dar em troca porque não tem dentro de si?Por que nos humilhamos tentando consertar as pessoas que não querem ser consertadas, por que nem sequer estão interessadas em olhar para os seus erros?
O tempo todo estamos procurando uma felicidade perfeita fora de nós e entendemos Deus como uma coisa das religiões e não como um força interna, uma luz que nos ilumina, uma energia que nos direciona para uma abertura em nossa mente?Cuidar das relações começa e termina em cuidar de si mesmo, de aprender com as experiências da vida e, definitivamente, sair do papel de vítima.
Pode ser que as questões que você enfrenta hoje sejam de fato difíceis e que você se sinta fraco, cansado e sem vontade de continuar. Mas, meu amigo, o caminho é seu, as histórias são suas. Os Mestres de Luz ensinam que o mundo, as pessoas ao nosso redor fazem parte do cenário de nossa vida, mas que o papel principal é e deve ser nosso.

29 de março de 2008

Pão


P - de pão.
P - "pecado", algo que os homens inventaram e então inventaram que foi Deus que inventou.
Pão, que me lembra "fé", que é toda certeza que dispensa provas.