22 de dezembro de 2008

Músicarella


As músicas melhores músicas de 2008, por Cris.
Viva La Vida - Coldplay
Elephant Gun - Beirut

19 de dezembro de 2008

Cerejas de 2008



2008 terminou, com ele se foram os dias tristes, os momentos de insensatez e a velha frase: Mais um ano se passou, e eu...

Esperar a data X, Y... para produzir algo que realmente faça diferença no seu dia a dia e que valha a pena levantar da cama, não vai adiantar. Os dias irão passar e o amanhã dificilmente irá se transformar no hoje. Não espere por tudo...

É preciso acreditar em si mesmo e construir, cair, beber, cair, levantar... Ficar frustrado porque não ganhou o dinheiro que queria, porque não teve o cargo que desejava o marido que sonhou, o filho exemplo... De nada vai adiantar. A vida se mostra com várias caras, e nesse baile de máscaras é preciso saber dançar.

Ser criativo, audacioso e principalmente ter paciência e determinação para as coisas que precisam de hora certa para acontecer. Apenas para as que precisam...

Que você possa fechar o ano com a certeza que falou a verdade para as pessoas que você diz que ama, que foi leal com seus princípios e forte para vencer os dias de fraqueza e que o seu sorriso, hoje, seja muito mais interior do que da boca pra fora.

Agradeço a todos que me visitam, e desejo dias de paz e muito amor para cada um de vocês.
A vida é curta. curta!

8 de dezembro de 2008



Hoje é dia de nossa senhora da conceição, feriado na grande Recife. Não me perguntem porque, mas por volta das 13h me deu vontade de ir à missa, nos últimos meses não ando muito praticante, nem sou devota de nenhum santo, minhas conversas sempre foram diretas com Deus.

A primeira e última vez que estive no morro da conceição, foi impulsionada pela divida de mais ou menos 8 anos de uma promessa, não foi Isa?

Bem, segui minha intuição e fui lá agradecer todos os momentos de vitória que pude desfrutar este ano, todas as sensações de otimismo e principalmente todas as portas que foram abertas em todos os setores do meu dia-a-dia.

Merecer - É quando uma força muito maior diz que você fez tudo direito. Então...

Só tenho agradecimentos.

Mas não poderia deixar de observar romeiros e devotos de um lado, feriado na cidade do outro.

Na subida do morro se encontra de tudo, parque de diversão, bebida alcoólica, churrasquinho, velas, adesivos, imagens de santos, música muito alta, fé, carência, deficiência, falta de saneamento básico e esperança.

Ah! Encontramos também muitas perguntas, as mesmas que ficaram aqui, sem respostas.

3 de dezembro de 2008

Maça para o Professor









Pessoal,





Li um texto maravilhoso, a cópia fiel da realidade de muitas crianças. Infelizmente, tem muita gente se fingindo de cego...






Ecesse o link abaixo:

http://miliano.blogspot.com/2008/12/percepo-de-mundo.html






Conheça um pouco do outor.


http://pt.wikipedia.org/wiki/Jos%C3%A9_Pacheco

2 de dezembro de 2008

GELEI


Este e-mail foi enviado pelos amigos da Perdigão de Itajai, vamos refletir...



Meus amigos,
Hoje 27 de novembro de 2008 o sol saiu e conseguimos voltar a trabalhar. A despeito de brincadeiras e comentários espirituosos normais sobre esta “folga forçada” a verdade é que nunca me senti tão feliz de voltar ao trabalho. Não somente pelo trabalho, pela instituição e pela própria tranqüilidade de ter aonde ganhar o pão, mas também por ser um sinal de que a vida está voltando ao normal aqui na nossa Itajaí.
As fotos que circulam na internet e os telejornais já nos dão as imagens claras de tudo que aconteceu então não vou me estender narrando e descrevendo as cenas vistas nestes dias. Todos vocês já sabem de cor. Eu quero mesmo é falar sobre lições aprendidas.
Por mais que teorias e leituras mil nos falem sobre isso ainda é surpreendente presenciar como uma tragédia desse porte pode fazer aflorar no ser humano os sentimentos mais nobres e os seus instintos mais primitivos. As cenas e situações vividas neste final de semana prolongado em Itajaí nos fizeram chorar de alegria, raiva, tristeza e impotência. Fizeram-nos perder a fé no ser humano num segundo, para recuperar-la no seguinte. Fez-nos ver que sempre alguém se aproveitará da desgraça alheia, mas que também é mais fácil começar de novo quando todos se dão as mãos.
Que aquela entidade superior que cada um acredita (Deus, Alá, Buda, GADU etc.) e da forma que cada um a concebe tenha piedade daqueles:
- Que se aproveitaram a situação para fazer saques em Supermercados, levando principalmente bebidas e cigarros
- Que saquearam uma farmácia levando medicamentos controlados, equipamentos e cofres e destruindo os produtos de primeira necessidade que ficaram assim como a estrutura física da mesma.
- Que pediam 5 reais por um litro de água mineral.
- Que chegaram a pedir 150 reais por um botijão de gás.
- Que foram pedir donativos de água e alimentos nas áreas secas pra vender nas áreas alagadas.
- Que foram comer e pegar roupas nos centros de triagem mesmo não tendo suas casas atingidas.
- Que esperaram as pessoas saírem das suas casas para roubarem o que restava.
- Que fizeram pessoas dormir em telhados e lajes com frio e fome para não ter suas casas saqueadas.
- Que não sentiram preocupação por ninguém, algo está errado em seu coração.
- Que simplesmente fizeram de conta que nada acontecia, por estarem em áreas secas.
Da mesma forma, que essa mesma entidade superior abençoe:
- Aqueles que atenderam ao chamado das rádios e se apresentaram no domingo no quartel dos bombeiros para ajudar de qualquer forma.
- Os bombeiros que tiveram paciência com a gente no quartel para nos instruir e nos orientar nas atividades que devíamos desenvolver.
- A turma das lanchas, os donos das lanchinhas de pescarias de fim de semana que rapidamente trouxeram seus barquinhos nas suas carretas e fizeram tanta diferença.
- À equipe da lancha, gente sensacional que parecia que nos conhecíamos de toda uma vida.
- Aos soldados do exército do Paraná e do Rio Grande do Sul.
- Aos bravos gaúchos, tantas vezes vitimas de nossas brincadeiras que trouxeram caminhões e caminhões de mantimentos.
- Aos cadetes da Academia da Polícia Militar que ainda em formação se portaram com veteranos.
- Aos Bombeiros e Policias locais que resgataram, cuidaram , orientaram e auxiliaram de todas as formas, muitas vezes com as suas próprias casas embaixo das águas.
- Aos Médicos Voluntários.
- Às enfermeiras Voluntárias.
- Aos bombeiros do Paraná que trabalharam ombro a ombro com os nossos.
- Aos Helicópteros da Aeronáutica e Exercito que fizeram os resgates nos locais de difícil acesso.
- Aos incansáveis do SAMU e das ambulâncias em geral, que não tiveram tempo nem pra respirar.
- Ao pessoal do Helicóptero da Polícia Militar de São Paulo, que mostrou que longo é o braço da solidariedade.
- Ao pessoal das rádios que manteve a população informada e manteve a esperança de quem estava isolado em casa.
- Aos estudantes que emprestaram seus físicos para carregar e descarregar caminhões nos centros de triagem.
- Às pessoas que cozinharam para milhares de estranhos.
- Ao empresário que não se identificou e entregou mais de mil marmitex no centro de triagem.
- A todos que doaram nem que seja uma peça de roupa.
- A todos que serviram nem que seja um copo de água a quem precisou.
- A todos que oraram por todos.
- Ao Brasil todo, que chorou nossos mortos e nossas perdas.
- Aos novos amigos que fiz no centro de triagem, na segunda-feira.
- A todos aqueles que me ligaram preocupados com a gente.
- A todos aqueles que ainda se preocupam por alguém.
- A todos aqueles que fizeram algo, mas eu não soube ou esqueci.
Há alguns anos, numa grande enchente na Argentina um anônimo escreveu isto:
COMEÇAR DE NOVO
Eu tinha medo da escuridão
Até que as noites se fizeram longas e sem luz
Eu não resistia ao frio facilmente
Até passar a noite molhado numa laje
Eu tinha medo dos mortos
Até ter que dormir num cemitério
Eu tinha rejeição por quem era de Buenos Aires
Até que me deram abrigo e alimento
Eu tinha aversão a Judeus
Até darem remédios aos meus filhos
Eu adorava exibir a minha nova jaqueta
Até dar ela a um garoto com hipotermia
Eu escolhia cuidadosamente a minha comida
Até que tive fome
Eu desconfiava da pele escura
Até que um braço forte me tirou da água
Eu achava que tinha visto muita coisa
Até ver meu povo perambulando sem rumo pelas ruas
Eu não gostava do cachorro do meu vizinho
Até naquela noite eu o ouvir ganir até se afogar
Eu não lembrava os idosos
Até participar dos resgates
Eu não sabia cozinhar
Até ter na minha frente uma panela com arroz e crianças com fome
Eu achava que a minha casa era mais importante que as outras
Até ver todas cobertas pelas águas
Eu tinha orgulho do meu nome e sobrenome
Até a gente se tornar todos seres anônimos
Eu não ouvia rádio
Até ser ela que manteve a minha energia
Eu criticava a bagunça dos estudantes
Até que eles, às centenas, me estenderam suas mãos solidárias
Eu tinha segurança absoluta de como seriam meus próximos anos
Agora nem tanto
Eu vivia numa comunidade com uma classe política
Mas agora espero que a correnteza tenha levado embora
Eu não lembrava o nome de todos os estados
Agora guardo cada um no coração
Eu não tinha boa memória
Talvez por isso eu não lembre de todo mundo
Mas terei mesmo assim o que me resta de vida para agradecer a todos
Eu não te conhecia
Agora você é meu irmão
Tínhamos um rio
Agora somos parte dele
É de manhã, já saiu o sol e não faz tanto frio
Graças a Deus
Vamos começar de novo.
Anônimo

É hora de recomeçar, e talvez seja hora de recomeçar não só materialmente. Talvez seja uma boa oportunidade de renascer, de se reinventar e de crescer como ser humano.
Pelo menos é a minha hora, acredito.
Que Deus abençoe a todos.

13 de novembro de 2008

Dona Fina

O bazar dona fina, que aconteceu nos dias 8 e 9.11, foi um sucesso. Roupas de muito bom gosto e qualidade. Uma tarde gostosa de muita tricotagem, lanchinhos, fofocas e modelitos de arrasar.
Impossível levar apenas uma peça, o trabalho manual utilizado em cada uma delas, era de deixar qualquer um babando. Qualquer mão-de-vaca levaria no minimo duas peças.
Do meu lado, Silvinha, uma das sócias da marca, jornalista responsável por toda parte de comunicação da grife. Foi idéia dela o convite para parceria no bazar, uma experiência excelente para meus próximos projetos.
Parabéns querida pela ousadia e sucesso.
A vida é curta, curta!

9 de novembro de 2008

Ervilhas


O dia a dia nos cega. Velocidade, metas, prazos, contas, escritórios do lado da cama, correndo atrás de sonhos, que na maioria não são nossos. Será que estamos ficando insensíveis? Será que estamos deixando a gentileza de lado?

Você já pensou em fazer essa escolha pessoal? Pará de ler e-mails ensinando e você nada fazendo? Já pensou em fazer sua parte agora e contribuir para um mundo melhor?

Sua força está contida em suas mais belas e íntegras ações, grito nenhum vai fazer a diferença.

Calma, não estou falando em ser bobo, ou viver dizendo sim para todos, não é isso. O que estou sugerindo é algo muito maior, e está relacionado diretamente com sua verdade.

Um ato de gentileza pode abrir portas, minimiza conflitos, transforma humores...Afinal, competência técnica é oferecida em universidades de todo país, mas certas habilidades humanas são características escassas e muito bem vindas no mundo de hoje.

Tente sempre se colocar no lugar do outro, você vai evitar falar muita coisa desagradável, principalmente para você.

Os conflitos na sua grande maioria, terá uma versão positiva, basta você querer enxergar.

A vida é Curta. Curta!

5 de novembro de 2008

Sitio Histórico


Já que blog também cumpri a função de foto e cara de diário, vou deixar esse gostinho ao menos uma vez na vida, aqui.

Ando um pouco longe, e não é por falta de tempo, é pura ocupação mesmo. Pensei que dessa forma pudesse matar a saudade e dá notícias.

Essa foto é bem recente, foi tirada há mais ou menos uma semana, uma quinta-feira dessas quando a tarde fica chamando pra ficar na rua. Pois então, ao invés de sala de aula, resolvemos nos aventurar pelas ladeiras do Sítio Histórico de Igarassu.

Sobrevivemos à base de deliciosas “porcarias”, vento no rosto e cabeça zerada de pensamentos e pensamentos....

Desculpe o cabelo assanhado, a cara desmascarada... Os dias com minha pequena sobrinha não carece dessas coisas, a gente não se importa,nem com isso, nem com idade. E por falar na dita, no meu último aniversário deu um branco. Sabe quando sabemos os anos, mas esquecemos a idade?

Coisas...

Abaixo vai mais uma foto do dia.


















Porque a vida é curta. Curta!